Aprendizado baseado em projetos já é uma tendência em instituições do Brasil

Aprendizado baseado em projetos já é uma tendência em instituições do Brasil

Considerada uma abordagem pedagógica ativa, ela enfatiza as atividades de projeto, com foco no desenvolvimento de competências e habilidades do estudante.

Há algum tempo, o Aprendizado Baseado em Projetos tem sido o foco entre os assuntos discutidos no universo acadêmico. Diferenciando-se das demais, essa prática pedagógica permite que os estudantes confrontem questões e problemas do mundo real, agindo de forma cooperativa em busca de soluções.  

Desenvolvida na década de 60, na faculdade de medicina da Universidade de McMaster, no Canadá, pela necessidade de tornar o aluno proativo em seu processo de ensino-aprendizagem, a Aprendizagem Baseada em Projetos ou ABP, como é conhecida, é um tipo de metodologia ativa, bastante discutida e nos últimos anos e tem sido bastante aplicada instituições brasileiras. 

Tendo John Dewey como seu idealizador, a metodologia por projetos chegou ao Brasil nas traduções de Anísio Teixeira na década de 1930, na origem do movimento denominado Escola Nova. 

Integrando conteúdo curricular com desafios baseados em experiências do mundo, os projetos são elaborados previamente pelos professores e sua aplicação coloca o aluno como protagonista de seu próprio aprendizado, que conclui seu projeto com a apresentação de um “produto”, como uma apresentação, uma peça de teatro, ou até mesmo um livro.

O objetivo desta metodologia é criar um espaço em sala de aula capaz de incentivar a comunicação, a criatividade, a pesquisa, o pensamento crítico e, até mesmo, o desenvolvimento de competências socioemocionais. Os estudantes são motivados a identificar um sentido para buscar e selecionar informações, relacionar o que encontram com o que já têm, compartilhar ideias e achados com os colegas e professores, agir e interagir para chegar ao objetivo. 

Em meio a esta tendência educacional, que tem se mostrado bastante promissora, algumas instituições brasileiras já estão apostando nesta metodologia, a fim de motivar seus estudantes a identificar um sentido para buscar e selecionar informações, relacionar o que encontram com o que já têm, compartilhar ideias e achados com os colegas e professores, agir e interagir para chegar ao objetivo. 

Entre elas está a WAY American School, que oferece programas de High School 9-12 (do nono ano do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio) em parceria com as melhores escolas privadas em todo o Brasil. 

Com operações na China e presente em 13 cidades brasileiras, de norte a sul, a WAY American School atualmente opera em 31 escolas nacionais, oferecendo a estas instituições uma proposta de internacionalização autêntica e tangível, por meio da metodologia ativa, diferenciando-as de outras instituições que contemplam apenas um conteúdo bilíngue.